quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

História de Max Muker: Kazum-Bo

Quanto mais me aproximava daquela ilha, mais percebia como eles eram diferentes. Os camponeses usavam chapéis de palha, e todos usavam somente um pano para tapar suas partes de baixo...era realmente estranho. Não parecia um povo muito civilizado. De repente me perguntei:"o que estou fazendo aqui?". Foi então que eu vi, agora que havíamos passado pelas montanhas, que eles nao eram tão primitivos assim. Uma grande muralha surgiu, se prolongandoaté onde nao via mais. Ela era enorme, não menor que 30 m. Na praia milhares de barcos pequenos, talvez dos camponeses. Dentro das muralhas só se podia ver os castelos maiores, majestosos. Era a cidade mais bela que ja havia visto. Tudo bem diferente, mas forte. Sua força tambem se mostrava nas próprias muralhas que, além de grandes, eram gossas o bastante que se viam soldados andando por cima livremente, até de 4 lado a lado. Isso me deixou mais intrigado ainda. Então o navio começou a aportar. Duan desceu com alguns de seus companheiros e todos os sobreviventes, inclusive eu. Nos aproximando da costa, começaram a surgir soldados, bem diferentes do que ja havia visto. Alguns deles somente carregavam duas espadas na cintura, finas e aparentemente frágeis, e usavam um tipo roupa que mais parecia um vestido. Eu ri um pouco, e percebi que alguns colegas meus também riam. Outros usavam mais armaduras, achava que eram os mais importantes, mas depois descobri que eram simples soldados, fracos o bastante para que precisassem de proteção. Chegando em terra, vimos o Duan ir conversar, com um sorriso que sempre me dava vontade de quebrar, com um dos de vestido, aparentava ter uns 50 anos, mas com postura de 20. Duan sorridente fez um tipo de reverencia, e o lider deles não mostrou reação, somente entregou um pequeno baú. Então percebi, mas tarde demais. Os soldados já haviam nos cercado, não havia como lutar, mas mesmo assim ergui meu machado. Fui pra cima do fela da puta daquele Duan, mas um dos soldados ficou no meio. Ele era fraco e depois de dois golpes na cintura o derrubei. Foi então que surgiu de repente um daqueles de vestido, cortou meu machado ao meio e pefurou meu ombro com aquela espada que achava ser frágil. Tentei tirá-la, mas quanto mais puxava, mais fraco ficava e desmaiei.

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