Acordei em um lugar que cheirava a peido de cachorro com intestino de porco. Eu estava nú, cercado por grades grossas, impossível de se quebrar. A única luz vinha do corredor. Logo que me acostumei com a pouca claridade, percebi que não estava sozinho naquele chiqueiro. Meu comandante estava lá, mais ferido que eu, talvez até morto. Minha ferida começou a doer, mas a resistência de um anão é o que sempre se destacou em minha raça, aquilo não era nada. Fiquei assim por um tempo, sem saber o que fazer, pensando. Até que, algumas horas depois, chegaram alguns daqueles soldados boiolas pra me levar. Me carregaram para uma sala, onde havia um banho preparado, um machado novo e minhas cota de malhas. Quando entrei, trancaram a porta, deixando somente uma outra aberta, mas nem pensei muito, so queria um banho pra tirar aquela catinga e pegar meu machado. Fiz isso sem pressa e segui para a única porta aberta. Logo me vi ao ar livre, mas não estava livre.
sábado, 26 de janeiro de 2008
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2 comentários:
kkkkkKKKKKkkkkk..
Cada vez vejo que tu é mais doido do que eu pensava....
ueheuehueh
Agora faz o favor de escrever um pouquinho mais rápido..
flws...
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