Com a vitória de Reish e seu enorme exército, agora bem menos numeroso, o mundo se acalmou. A destruição podia ser encontrada em cada parte do mundo e os 7 lamentavam. Reish, um grande guerreiro, com seus 534 anos, se tornou entre os humanos o maior dos líderes já encontrados. Ele tanto era o melhor na luta corpo a corpo quanto na liderança. Venceu suas batalhas com suas táticas inovadoras,sua força inspirava coragem em seu exército. Além disso, e foi isso que os 7 mais aprovaram em Reish, ele era o único humano que conheceu o amor e o manteve por tanto tempo. Era casado e amava sua mulher, Rainhash. Foi nesta época, tempo de grande mudança na raça humana e no seu mundo, até ainda sem nome, que ocorreu o único encontro de algum ser vivo com os 7. Reish foi invocado para a presença incorpórea dos 7 em um plano desconhecido. Reish então conversou com eles por muito tempo, conheceu a hitória da criação ate então, e a conversa finalizou:
Os 7 - "Então, meu caro humano, te dou a escolha do destino de teus irmãos. Confio na tua sabedoria, que viveu entre teus iguais. Diga o que tu queres que façamos que faremos e esse será o futuro de teu mundo".
Reish - "É uma honra ter este privilégio, e um grande fardo, ó poderosos. Podem me deixar pensar por um tempo?"
0s 7 - "Te daremos 2 dias humanos de meditação. Usufrua sabiamente."
Em menos de 2 dias Reish já havia tomado suas decisões e retornou a conversar:
Reish - "Então, ó poderosos, direi minha vontade. Primeiramente, os humanos não mais serão imortais. Viveremos em média 100 anos. Mas a imortalidade ainda deve existir, então proponho a criação de uma outra raça, criada com principios de serenidade em seus corações para nunca se deixarem levar por sentimentos profanos. Os humanos continuarão vivendo com a procriação, ocorrida mais facilmente que nos tempos atuais. Os pricípios da vida de cada um será herdado de pai para filho, pra que nunca morra a alma de meus irmãos. Mesmo daqui a milhares de anos, cada um de nós viveremos no coração de nossos descendentes, esta será nossa imortalidade."
Os 7 - "Sabia decisão. Assim será. Mas ainda falta um nome para a terra que tanto ama Reish, poderia tu nomeá-la?"
Reish - "Primórdia, ó poderosos, considero um ótimo nome. Significando a origem da vida."
Os 7 - "Então que Primórdia renasça e que viva para sempre."
Reish - "Agora, ó poderosos, retornarei para meu povo?"
Os 7 - "Não Reish, isso não mais será possível. Você, ao estar em nossa presença, não mais poderá retornar, não como seus iguais pelo menos. Nós, os 7, não podemos nos prender a somente um canto do universo, lugar esse que nem nós conhecemos ainda por completo. Então devemos deixar entidades para tomar conta deste local. Você, meu caro Reish, será o líder dos escolhidos que serão chamados de Deuses pelos Primordianos. Cada um terá poderes incalculáveis para cuidar desta terra, poderes que virão diretamente de nós. Serão todos onipresentes naquilo que cada um guarda. Todos vocês deverão ser um só que tomará conta de Primórdia. Venha, caro Reish, que mostrarei a morada de vocês e seu trono de onde irá liderar."
Reish - "E minha esposa? Não posso ficar sem ela!"
Os 7 - "Acha que iríamos lhe tirar aquilo que você tem de diferente dos teus irmãos? Ela continuará ao seu lado, caro Reish, pois Rainhash será também um dos escolhidos."
Reish - "Juro então tomar conta de tudo que há por aqui, até a eternidade. Juro manter a justiça, o equilíbrio, para que Primórdia nunca desapareça."
Então Primórdia nasceu.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
História do Mundo: Os primeiros
As 7 entidades iniciais foram responsáveis por tudo que foi criado. Seus poderes reunidos construíram cada parte deste universo, mas suas atenções foram focadas em uma área recheada de vida, não tão poderosas quanto as dele, mas numerosas. Então foi que um dos 7 pensou em construir um lar para essas vidas, reunir em um só lugar. Juntaram suas forças e realizaram a maior obra-prima de suas construções. Pensaram na forma, a única possível era oval. Nenhum foi responsável por nada em particular, seus poderes eram um só, mesmo em almas diferentes. Fizeram o mundo. A superfície foi preenchida de águas e terras. Deu corpos diversos para a habitação das almas vagantes pelo universo. Os primeiros seres trazidos ao mundo foram os dragões, dos mais variados tipos, cada um controlando um elemento diferente do planeta. Eles eram bem mais numerosos e poderosos. Dizem que hoje em dia ainda existe um destes dragões, vagando pelo planeta, simplesmente como observador. Se for verdade, ele seria o mais poderoso ser existente. Depois dos dragões, vieram os humanos, mas com uma grandes diferença dos atuais, eram imortais. Mas a imortalidade não deve ser dada pra qualquer espécie, e se comprovou isso neste tempo. Os humanos ao decorrer dos tempos, quanto mais viviam, mais sabedoria ganhavam, mas com ela vinham arrogância, egoísmo, ganância e ambição. Sentimentos bons como o amor somente sobreviviam por 100 anos em seus corações, e isso causou a destruição de sua própria espécie. Claro, toda guerra possui um vencedor, e nesta dizem ter sido um homem chamado Reish. Tudo isso, desde o nascimento dos humanos imortais até sua queda está registrado em um livro, perdido nas profundezas da terra. Sua história irei contar em outra ocasião.
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
História do mundo : Inicialização
Existiu no começo, que brotou do nada, o infinito. Ele logo quando nasceu, se via entediado e queria algo pra viver com seu tempo. Então decidiu criar, pois o infinito possui poderes correspondentes ao seu nome. Criou várias dimensões e universos, e em cada um criou mais universos, cada vez menores. De todos eles um universos se destacou, pois de lá surgiram vidas, algo que não era obra sua. Não foram poucas, surgiram uma após a outra. As primeiras vidas foram 7, aqueles que centralizavam as diferentes energias do universo. A partir deles o universo começou a se destacar.
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
Morte - por "Bonifácios III"
Morte por sua espada, por seu machado, por sua honra
por suas mãos justas e fortes que sustentam a bigorna de moradin
Morte por suas flechas, por seu olhar, por sua sombra
por seus seguidores que cobrem planícies sem fim
Seus cortes transformam caos em paz e a derrota em vitória
Sua piedade transforma prisão em liberdade e verdades em história
Seu grito transforma coragem em medo e desse medo na derrota
Líder de incontáveis feitos, de aventuras heróicas
Herói dos bons, vilão do mal, amigo dos amigos
Matador de dragões, destruidor de demônios
Amante como nunca se viu igual.
Histórias incontáveis em versos imperfeitos irei contar
Para todos aqueles que quiserem ouvir
E se quer, fique atento, pois muito vou falar
e não mais vou repetir
por suas mãos justas e fortes que sustentam a bigorna de moradin
Morte por suas flechas, por seu olhar, por sua sombra
por seus seguidores que cobrem planícies sem fim
Seus cortes transformam caos em paz e a derrota em vitória
Sua piedade transforma prisão em liberdade e verdades em história
Seu grito transforma coragem em medo e desse medo na derrota
Líder de incontáveis feitos, de aventuras heróicas
Herói dos bons, vilão do mal, amigo dos amigos
Matador de dragões, destruidor de demônios
Amante como nunca se viu igual.
Histórias incontáveis em versos imperfeitos irei contar
Para todos aqueles que quiserem ouvir
E se quer, fique atento, pois muito vou falar
e não mais vou repetir
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
História de Max Muker: Destino
Fui ao encontro do rei, e percebi que era algo sério. Os oficiais mais importantes andavam tensos e assustados a um tempo. Algo acontecia, mas não me importava. Quando me encontrei com o rei, algo que não fazia desde quando cheguei a ilha, percebi que ele não estava bem, parecia outra pessoa. Seu rosto mostrava preocupação e me olhava triste. Demorou um tempo até começar a falar.
- Caro Max, a muito tempo está aqui e muito progrediu em nossa cultura, principalmente com a arte na espada. No momento está começando uma época difícil para nós e para o mundo e logo saberá mais sobre isso. No momento me preocupo com meu sucessor no trono.
Fez uma pausa, olhou para seu filho que so no momento percebi ele no canto da sala, sua cara com os olhos sem expressão de sentimentos. Continuou a falar:
- Desde o começo meu filho é destinado ao trono, mas os tempos mudam e nossas necessidades também. Existe um clã de anões perto de nossa ilha e precisaremos de sua aliança para sobrevivermos futuramente. Eles não querem aliança, somente fazem acordo com anões...e é aí que você entra.
Fiquei confuso, não conseguia entender muito bem onde queria chegar...pelo menos não acreditava...
- Você disputará o trono com meu filho. Se você ganhar, os dois governarão Kazum-Bo. Senão, meu filho cuidará o melhor possível de nosso reino. Que vença melhor.
Por isso eu não esperava.
- Caro Max, a muito tempo está aqui e muito progrediu em nossa cultura, principalmente com a arte na espada. No momento está começando uma época difícil para nós e para o mundo e logo saberá mais sobre isso. No momento me preocupo com meu sucessor no trono.
Fez uma pausa, olhou para seu filho que so no momento percebi ele no canto da sala, sua cara com os olhos sem expressão de sentimentos. Continuou a falar:
- Desde o começo meu filho é destinado ao trono, mas os tempos mudam e nossas necessidades também. Existe um clã de anões perto de nossa ilha e precisaremos de sua aliança para sobrevivermos futuramente. Eles não querem aliança, somente fazem acordo com anões...e é aí que você entra.
Fiquei confuso, não conseguia entender muito bem onde queria chegar...pelo menos não acreditava...
- Você disputará o trono com meu filho. Se você ganhar, os dois governarão Kazum-Bo. Senão, meu filho cuidará o melhor possível de nosso reino. Que vença melhor.
Por isso eu não esperava.
quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
História de Max Muker: Tempos Corridos
Então foi decidido que ficaria como guarda. Claro, eu ainda era um prisioneiro, mas era quase impossível escapar daquela ilha. Decidi sobreviver até o momento que tivesse minha chance. No decorrer dos dias eu aprendia sobre aquele povo com costumes tão novos e estranhos. Um dos bibas foi designado a me ensinar o máximo possível, sua língua, suas tradições, e principalmente sua arte da luta. Bem, mãe sempre me ensinou a nunca recusar algo que não me fizesse mal. Segui então obediente, guardei meu orgulho anão, mesmo sendo muito forte, mas meu desejo de sobrevivência e de vingar minha mãe e meu povo eram bem maior. Poderia ser pior, sendo escravo de orcs ou na barriga deles. E fiquei assim por 2 anos, que se passaram tão rápido como meu machado na cabeça de um Goblin.
Aprendi neste tempo a arte samurai. Não me tornei um, mas aprendi a lutar como um. A katana era a espada mais bem trabalhada que já vi. Seu corte e dureza conquistaram meu coração de guerra e se tornou minha arma principal, junto com a wakisashi. Aprendi a lutar com as duas em conjunto seguindo o lema de: "se uma arma faz estrago, imagine duas!". Percebi também que seus costumes não eram tão estranho assim, somente diferentes. As posições hierárquicas eram altamente respeitadas. A honra estava a cima de qualquer coisa, até da morte. Presenciei um suicídio de uma samurai que não pôde proteger seu senhor.Era sua obrigação, sua única obrigação em sua vida. Samurai são soldados altamente treinados que possuem algum tipo de missão, normalmente um tipo de "guarda-costas". Se não conseguem cumprir sua missão, tiram sua própria vida com um ritual chamado Seppuku, dizendo manter assim sua honra e principalmente de sua família (prefiro a desonra).
Sua arte não me conquistou, são muito gays. Prefiro as esculturas do meu povo que umas pinturas boiolísticas. Mas nesses dois anos aprendi a respeitar esse povo e criei alguns bons amigos...e rivais. O principal era o filho do rei atual. Nós sempre disputávamos para ver quem era o melhor, aquele frangote que me derrotou no teste. Me tornei tão bom quanto ele com a espada em pouco tempo, tudo graças aos meus anos de experiência, pois nós anões vivemos bem mais que os humanos. No momento eu tinha 45 anos, na melhor fase de minha raça...pelo menos eu considero. Éramos em dois anos os melhores guerreiros ( excluído os soldados de alta patente ). Então um dia o rei me chamou.
Aprendi neste tempo a arte samurai. Não me tornei um, mas aprendi a lutar como um. A katana era a espada mais bem trabalhada que já vi. Seu corte e dureza conquistaram meu coração de guerra e se tornou minha arma principal, junto com a wakisashi. Aprendi a lutar com as duas em conjunto seguindo o lema de: "se uma arma faz estrago, imagine duas!". Percebi também que seus costumes não eram tão estranho assim, somente diferentes. As posições hierárquicas eram altamente respeitadas. A honra estava a cima de qualquer coisa, até da morte. Presenciei um suicídio de uma samurai que não pôde proteger seu senhor.Era sua obrigação, sua única obrigação em sua vida. Samurai são soldados altamente treinados que possuem algum tipo de missão, normalmente um tipo de "guarda-costas". Se não conseguem cumprir sua missão, tiram sua própria vida com um ritual chamado Seppuku, dizendo manter assim sua honra e principalmente de sua família (prefiro a desonra).
Sua arte não me conquistou, são muito gays. Prefiro as esculturas do meu povo que umas pinturas boiolísticas. Mas nesses dois anos aprendi a respeitar esse povo e criei alguns bons amigos...e rivais. O principal era o filho do rei atual. Nós sempre disputávamos para ver quem era o melhor, aquele frangote que me derrotou no teste. Me tornei tão bom quanto ele com a espada em pouco tempo, tudo graças aos meus anos de experiência, pois nós anões vivemos bem mais que os humanos. No momento eu tinha 45 anos, na melhor fase de minha raça...pelo menos eu considero. Éramos em dois anos os melhores guerreiros ( excluído os soldados de alta patente ). Então um dia o rei me chamou.
terça-feira, 6 de janeiro de 2009
História de Max Muker: Teste
O teste era simples, queriam me ver em ação. Disseram que eu iria lutar e mostrar o que sei e perceber como sou fraco. Rá, naquele momento achava ridículo. Aqueles bibas ganharem de mim no duelo. Quando entrei na roda que fizeram rapidamente com um comando do biba mestre, vi meu oponente. Parecia uma criança humana, cabelo preto cobrindo a testa e a parte de trás quase a chegar na cintura...eu sabia, viadagem total. Comecei a rir e pensando na melhor maneira de derrubá-lo. Enquanto isso, o jovem tranqüilo, puxou sua espada fina e a empunhou. Falou com uma voz suave:
- Essa é nossa arma, chamamos de Katana. Usarei somente ela e deixarei esta mais curta, Wakisashi, na minha cintura.
Deu um sorriso que me fez puxar meu machado. Como uma espada daquelas poderia ganhar de meu enorme machado? Ganhei confiança. Deram o sinal e começou. O jovem começou a vir lentamente em minha direção, sem medo em sua face. Rum, deveria ter medo. Rugi e fui com machado em direção as suas pernas. Em um gesto ele girou sua espada e jogou para longe meu machado. Bem, não sou tão idiota quanto ele pensou. Quando vi que seu próximo movimento era acertar sua espada em meu pescoço, me abaixei e segurei suas pernas de modo a derrubá-lo. Derrubei, mas logo ele se livrou dos meus braços e deu um pulo gay acrobático, ficando em pé. Ele fez um gesto para que pegasse meu machado e como não sou tolo, peguei e ri de sua inocência. Fui novamente para cima, mas dessa vez foi ele quem deu a investida. Uma, duas, três batidas com as armas, e enquanto lutávamos percebi que eu deixava várias áreas do meu corpo aberta para ataque, e o jovem sabia disso. Fazia aquilo de modo que eu percebesse minhas falhas. Eles estava me ensinando?? Fiquei furioso. Tentei dar um golpe final, mas então ele finalizou a luta. Cortou meu machado ao meio e ao mesmo tempo segurou a espada em minha garganta. Perdi.
- Essa é nossa arma, chamamos de Katana. Usarei somente ela e deixarei esta mais curta, Wakisashi, na minha cintura.
Deu um sorriso que me fez puxar meu machado. Como uma espada daquelas poderia ganhar de meu enorme machado? Ganhei confiança. Deram o sinal e começou. O jovem começou a vir lentamente em minha direção, sem medo em sua face. Rum, deveria ter medo. Rugi e fui com machado em direção as suas pernas. Em um gesto ele girou sua espada e jogou para longe meu machado. Bem, não sou tão idiota quanto ele pensou. Quando vi que seu próximo movimento era acertar sua espada em meu pescoço, me abaixei e segurei suas pernas de modo a derrubá-lo. Derrubei, mas logo ele se livrou dos meus braços e deu um pulo gay acrobático, ficando em pé. Ele fez um gesto para que pegasse meu machado e como não sou tolo, peguei e ri de sua inocência. Fui novamente para cima, mas dessa vez foi ele quem deu a investida. Uma, duas, três batidas com as armas, e enquanto lutávamos percebi que eu deixava várias áreas do meu corpo aberta para ataque, e o jovem sabia disso. Fazia aquilo de modo que eu percebesse minhas falhas. Eles estava me ensinando?? Fiquei furioso. Tentei dar um golpe final, mas então ele finalizou a luta. Cortou meu machado ao meio e ao mesmo tempo segurou a espada em minha garganta. Perdi.
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